Estas fotografias de pingos d´água, caindo numa poça rasa e cheia de folhas, foram feitas por Marcos Sá Corrêa só para ver as formas que as gotas criam ao bater na superfície, porque o olho humano não consegue distinguir esses desenhos que duram milésimos de segundo. Mas, como a experência é divertida e fácil de repetir, ele resolveu passar a fórmula adiante. Use flash, regulado para uma exposição pelo menos duas vezes maior do que a indicada para a luz natural. O obturador dificilmente consegue “congelar” esse tipo de movimento. Prefira um diafragma mais aberto, para desfocar o fundo e separar o primeiro plano. Focalize no ponto onde os pingos caem e desligue, se for o caso, o foco automático da lente. Feito isso, é só treinar o dedo para disparar no momento em que gota cai. No começo, parece impossível. Mas, com um pouco de insistência, o reflexo vai ficando mais rápido e a coordenação mais precisa. No caso, usou-se uma câmera digital Canon 20D, dois flashes, disparador de cabo e tripé.
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