Estas fotografias de pingos d´água, caindo numa poça rasa e cheia de folhas, foram feitas por Marcos Sá Corrêa só para ver as formas que as gotas criam ao bater na superfície, porque o olho humano não consegue distinguir esses desenhos que duram milésimos de segundo. Mas, como a experência é divertida e fácil de repetir, ele resolveu passar a fórmula adiante. Use flash, regulado para uma exposição pelo menos duas vezes maior do que a indicada para a luz natural. O obturador dificilmente consegue “congelar” esse tipo de movimento. Prefira um diafragma mais aberto, para desfocar o fundo e separar o primeiro plano. Focalize no ponto onde os pingos caem e desligue, se for o caso, o foco automático da lente. Feito isso, é só treinar o dedo para disparar no momento em que gota cai. No começo, parece impossível. Mas, com um pouco de insistência, o reflexo vai ficando mais rápido e a coordenação mais precisa. No caso, usou-se uma câmera digital Canon 20D, dois flashes, disparador de cabo e tripé.
Leia também
Perigos explícitos e dissimulados da má política ambiental do Brasil
pressões corporativas frequentemente distorcem processos democráticos, transformando interesses privados em decisões públicas formalmente legitimadas →
Transparência falha: 40% dos dados ambientais não estavam acessíveis em 2025
Das informações ambientais disponibilizadas, 38% estavam em formato inadequado e 62% desatualizadas, mostra estudo do Observatório do Código Florestal e ICV →
O Carnaval é termômetro para medir nossos avanços no enfrentamento da crise climática
Os impactos da crise climática já são um problema do presente. Medidas políticas eficazes de prevenção aos eventos climáticos extremos não podem ser improvisadas às vésperas das festividades →


