
Isto é só uma gota de chuva numa pétala de buganvília. Marcos Sá Corrêa fez a fotografia para se divertir, brincando com a possibilidade de concentrar o foco na água e deixando a cor se misturar com o fundo pela difusão da luz. Usou uma câmera digital Canon 20D em ISO 100, tripé e um flash rebatido, com a lente Canon Macro de 100 mm toda aberta, no diafragma 2,8. E, se isso é pouco, ele aproveitou para confessar que, acostumado a ver a planta associada à paisagem mediterrânea, custou muito a aprender que a buganvília é uma trepadeira nativa, que pegou o sotaque francês com o explorador Louis Antoine de Bougainville, no século 18. Como se vê, fotografia ociosa também é cultura.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Mulheres e Oceano: infra estruturas invisíveis da vida?
Tanto o oceano quanto as mulheres carregam uma expectativa silenciosa de que vão aguentar mais um pouco. Mas nenhum sistema consegue ser resiliente para sempre →
Decisão do STF sobre tributos na cadeia de reciclagem preocupa setor
ANAP afirma que incidência de PIS e Cofins pode elevar custos operacionais e pressionar atividades ligadas à coleta e comercialização de materiais recicláveis →
Desmatamento da Amazônia custa mais de US$ 1 bilhão por ano na conta de luz dos brasileiros
Perda de floresta reduziu chuvas, diminuiu a geração hidrelétrica e elevou os custos da eletricidade no país, diz estudo →
