
Isto é só uma gota de chuva numa pétala de buganvília. Marcos Sá Corrêa fez a fotografia para se divertir, brincando com a possibilidade de concentrar o foco na água e deixando a cor se misturar com o fundo pela difusão da luz. Usou uma câmera digital Canon 20D em ISO 100, tripé e um flash rebatido, com a lente Canon Macro de 100 mm toda aberta, no diafragma 2,8. E, se isso é pouco, ele aproveitou para confessar que, acostumado a ver a planta associada à paisagem mediterrânea, custou muito a aprender que a buganvília é uma trepadeira nativa, que pegou o sotaque francês com o explorador Louis Antoine de Bougainville, no século 18. Como se vê, fotografia ociosa também é cultura.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
O dia em que a ciência lotou um teatro
Lançamento de um painel científico global que contará com mais de 400 pesquisadores para acelerar saída dos combustíveis fósseis teve risos, aplausos e plateia atenta →
Clima avança no papel, mas estados falham na execução, aponta estudo
Anuário mostra que, apesar de progressos, desigualdades entre estados, gargalos institucionais e falta de adaptação ampliam riscos e prejuízos diante de eventos extremos →
Conferência sobre fim dos fósseis aposta em “coalizão de ação” fora da ONU
Fora do formato das COPs, encontro aposta em coalizão de países para avançar na implementação da agenda climática →
