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Os princípios contidos na Carta do Equador, um documento que estabelece regras de conduta ambientais nas decisões de investimento de bancos privados, ficaram mais severos. O The New York Times conta que a partir de agora, as instituições que assinaram a carta vão precisar atestar a correção social e ambiental de qualquer financiamento para projetos acima de 10 milhões de dólares. O limite antigo era cinco vezes maior. Terão também que se certificar que suas práticas trabalhistas estão adequadas à padrões aceitos internacionalmente e colocar todos esses dados na internet. A Carta do Equador tem 41 signatários, três deles bancos brasileiros: o Unibanco, o Real e o Bradesco.

Redação ((o))eco ·
7 de julho de 2006 · 20 anos atrás

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