Notícias

Nem tão seletivo

Um estudo inédito diz que as áreas da Amazônia onde se faz corte seletivo de árvores são destruídas poucos anos depois que a retirada começa. Segundo o pesquisador norte-americano Greg Asner, do Instituto Carnegie, na Califórnia , 32% dessas áreas foram arrasadas em no máximo quatro anos. O cientista diz que isso acontece porque a derrubada programada utiliza as mesmas rodovias do desmatamento puro e simples. É natural, portanto, que os dois processos aconteçam nos mesmos locais. A notícia é da Agência Fapesp.

Redação ((o))eco ·
1 de agosto de 2006 · 20 anos atrás

Leia também

Salada Verde
6 de fevereiro de 2026

Governo suspende licitação de dragagem no Tapajós após mobilizações indígenas em Santarém

Após protestos em Santarém, governo suspende pregão de dragagem e promete consulta a povos indígenas do Tapajós

Salada Verde
6 de fevereiro de 2026

Fotógrafo brasileiro vence prêmio internacional com ensaio sobre água e identidade

João Alberes, de 23 anos, conquista espaço no ambiente da fotografia documental, e projeta o agreste pernambucano como território de produção artística contemporânea

Salada Verde
6 de fevereiro de 2026

Pela 1ª vez, ICMBio flagra onça pintada caçando em unidade do Acre

Registro foi feito às margens do Rio Acre, em uma das áreas mais protegidas da Amazônia. Onça tentava predar um porco-do-mato perto da base do Instituto

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.