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A construção de um novo aeroporto em São Paulo, anunciada pela ministra Dilma Rousseff, não é aconselhada por urbanistas e ambientalistas. Segundo notícia do Valor Econômico, eles defendem que “é melhor terminar o que já está aí”. Concluir Cumbica, em Guarulhos, modernizar Viracopos, em Campinas, e melhorar a logística de acesso. O adensamento urbano intenso, as regiões de mananciais, a topografia inadequada e as áreas de preservação ambiental complicam a construção de um empreendimento de porte em outros lugares. Além disso, seria necessário realizar antes todo o processo de licenciamento, com um estudo de impacto ambiental e dezenas de audiências públicas. Técnicos dizem que existem poucos espaços vazios, como a Serra do Mar e a Cantareira - um “mar de colinas”. O advogado Heitor Marzagão Tommasini, membro do Conama, alerta que os espaços remanescentes estão no cinturão verde da região, tombado pela Unesco e considerado reserva da biosfera. No momento, a Secretaria do Meio Ambiente analisa os estudos de impacto ambiental de uma base aérea que será transformada em aeroporto no Guarujá e das ampliações do de Ribeirão Preto e Cumbica.

Redação ((o))eco ·
25 de julho de 2007 · 19 anos atrás

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