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A edição deste domingo do Estado de S. Paulo trouxe uma bela reportagem sobre o mosaico de Unidades de Conservação Juréia-Itatins, que sofre a ação de palmiteiros e corte ilegal (está disponível no site do jornal, num formato interativo interessantíssimo). A extração do palmito juçara, uma espécie ameaçada, é feita com a ajuda de índios que abandonaram terras demarcadas e vivem em cidades da região. Eles trabalham como carregadores. Tudo acaba vendido em feiras ou para fábricas clandestinas. Também há denúncias de desmatamento seletivo ilegalmente. A situação é irônica: desde que a área deixou de ser estação ecológica (uma categoria muito restritiva de unidade de conservação) para se tornar um mosaico com diferentes unidades (algumas permitindo inclusive a permanência de pessoas), os moradores se sentem mais vigiados, com mais regras a serem seguidas. É que só agora o governo resolveu olhar para a área e implementá-la. E a julgar pelo que é relatado na reportagem, precisará se esforçar um bocado daqui para frente.

Redação ((o))eco ·
20 de agosto de 2007 · 18 anos atrás

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