A Prefeitura do Rio decidiu reformar a Capela Nossa Senhora da Cabeça, no bairro do Jardim Botânico. Construída em 1603, é uma das maiores relíquias religiosas e arquitetônicas do Brasil. Mas a louvável iniciativa, para ser completa deveria também restaurar a trilha história do Parque da Tijuca que passa pela capela. É o que comenta Pedro da Cunha e Menezes em sua coluna semanal para O Eco. O caminho contorna uma caixa d’água datada de 1892 e termina na Estrada do Redentor, em frente ao Hotel das Paineiras. Está abandonado.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Documentário apresenta o ritmo das águas do Pantanal e a vida que elas sustentam
Curta documental “Pulsar” explora os ciclos de cheia e seca como fio condutor e o sistema que conecta toda biodiversidade pantaneira →
ECA Ambiental amplia proteção de crianças e adolescentes na crise climática
Aprovado no Senado, Projeto de Lei modifica três legislações para assegurar o acesso a áreas naturais saudáveis, o brincar livre e a educação baseada na natureza →
A restauração na Amazônia começa a sair da meta e entrar na propriedade
O desafio atual é formar capacidades locais para que a recuperação da vegetação nativa tenha permanência, renda e governança →
