A malha de trilhas do Parque Nacional da Floresta da Tijuca melhorou muito na virada da década. Atalhos foram fechados e reflorestados, árvores que bloqueavam os caminhos foram removidas, mapas foram disponibilizados para o público. É o que conta Pedro da Cunha Menezes, colunista de O Eco, autor de dois livros em que criticava o abandono das trilhas até 1999. Depois, em sua gestão compartilhada com a prefeitura, o número de excursionistas perdidos no parque caiu de uma média de 100 ao ano para nenhum.
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