Um novo estudo publicado na revista científica Environmental Research Letters joga um balde de água fria em quem pensa que carros movidos a ar comprimido são a engenharia do futuro. Aparentemente ele tem todos os requisitos para ser uma alternativa limpa de mobilidade: funciona de forma mais simples do que carros elétricos e não há emissões de poluentes no escapamento. O problema é que a tecnologia usada para comprimir o ar não é lá aquelas coisas e muita energia elétrica utilizada para executar o compressor é perdida na forma de calor.
Segundo o estudo da ERL:
“Mesmo sob hipóteses muito otimistas, o carro a ar comprimido é significativamente menos eficiente do que uma bateria do veículo elétrico e produz mais emissões de gases de efeito estufa do que um carro convencional movido a gás. No entanto, um híbrido de combustão pneumática é tecnologicamente viável, barato e, eventualmente, pode competir com veículos elétricos híbridos.”
Atalhos:
Economic and environmental evaluation of compressed-air cars
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