Ela vinha se preparando desde 2004 para entrar no mercado de energia limpa, mas agora é oficial: a LG Eletrônics anunciou esta semana que iniciará em janeiro de 2010 uma linha de produção de células solares, a cerca de 200 km de Seul. Apenas esta linha permitirá à empresa fabricar cerca de 500 mil módulos solares por ano, com capacidade total de 120 megawatts, o equivalente à necessidade de abastecimento de 40 mil casas no mesmo período. Uma segunda linha já está planejada, ainda para 2010, o que aumentará a capacidade de produção total para 240 MW. O investimento é de US $ 220 bilhões.
“A intenção da LG é se tornar um player global no setor de energia solar do mundo através de uma combinação de nossa experiência de produção em massa e do sistema de controle de qualidade rigoroso”, disse Kwan-Shik Cho vice-presidente da equipe de energia solar da LG Electronics.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
À espera de um filhote de harpia
Saga de sete dias para capturar o filhote na Mata Atlântica baiana permite instalação de transmissor que ajudará a coletar dados inéditos sobre a espécie →
O que a invasão dos javalis nos ensina sobre o princípio da precaução
Quando os princípios ambientais recomendam cautela, avaliação prévia dos riscos e mais estudos, muitos provavelmente enxergam tais exigências como entraves burocráticos ao desenvolvimento →
BR-163 acelera exportações de soja, aumenta emissões de poluentes e aquece esquemas do mercado de carbono
Da história da construção da rodovia aos impactos atuais dos caminhões na saúde respiratória, as emissões movimentam a compra e venda de créditos de carbono “opacos” entre os estados do MT e PA →
