![]() |
O Imazon divulgou hoje os dados de alerta de desmatamento de setembro. Foram desmatados 103 km² em setembro. Isso representou uma redução expressiva de 76% comparado com o mesmo período do ano passado, quando o desmatamento somou 431 km².
Responsável por desmatar 46% do total, o estado de Rondônia ficou no topo do ranking de campeão de desmate. O estado do Amazonas ficou em segundo, com 23%, seguindo de Mato Grosso (15%) e Pará (9%).
Novo ano começa bem
Os dois primeiros meses do novo calendário de desmatamento (que vai de agosto a julho do ano seguinte) tiveram reduções na taxa de desmate. O desmatamento acumulado no período de agosto de 2013 a setembro de 2013 totalizou 288 quilômetros quadrados. Houve redução de 57% em relação ao ano ao ano anterior (agosto de 2012 a setembro de 2012) quando o desmatamento somou 663 quilômetros quadrados.
Degradação florestal também sofreu redução
A degradação florestal, que mede a degradação da floresta por queimadas e exploração madeireira ilegal, também teve redução expressiva. As florestas degradadas somaram 16 km² em setembro de 2013, uma redução de 94% comparada ao mesmo mês do ano passado, quando foram degradados 283 km² de floresta.
A maioria (69%) ocorreu no Mato Grosso seguido pelo Pará (25%)
A degradação florestal acumulada no período de agosto de 2013 a setembro de 2013 totalizou 108 quilômetros quadrados. Em relação ao período anterior (agosto de 2012 a setembro de 2012) houve redução de 69% quando a degradação florestal somou 343 quilômetros quadrados.
Leia Também
Alertas de desmatamento caem 20% em agosto, afirma Imazon
Imazon: desmatamento mantém estabilidade, degradação dispara
Desmatamento na Amazônia em junho continua em alta
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
A restauração na Amazônia começa a sair da meta e entrar na propriedade
O desafio atual é formar capacidades locais para que a recuperação da vegetação nativa tenha permanência, renda e governança →
Estudo revela impacto da poluição do ar nas árvores da Mata Atlântica paulista
O intuito do estudo foi encontrar árvores resilientes à poluição do ar com potencial para o reflorestamento urbano →
Entre a fartura e a escassez, o dinheiro não compra o que a floresta deixou de produzir
Somos todos dependentes dos mesmos ciclos naturais. As mudanças que ameaçam os modos de vida e a produção dos povos da floresta e do campo também afetará quem mora na cidade →


