![O rabo-de-palha-de-bico-laranja ([i]Phaeton lepturus[/i]), também conhecido como rabo-de-junco-de-bico-laranja e granzina, sobrevoa as águas da costa norte de Porto Rico. Foto:](/wp-content/uploads/oeco-migration/images/stories/ago2014/rabo-de-palha.jpg)
O rabo-de-palha-de-bico-laranja (Phaethon lepturus) é uma ave marinha de médio porte típica das águas tropicais do Atlântico, oeste do Pacífico e Oceano Índico. Em uma escala global, a espécie parece ter uma população numerosa e bem distribuída, motivo pelo qual a IUCN a classifica como Pouco Preocupante. No Brasil, entretanto, a perda e a introdução de espécie exótica em seus habitats, somadas às perturbações causadas pelo turismo, levaram o ICMBio à apontar o rabo-de-palha como uma espécie Vulnerável à extinção. Hoje, o rabo-de-palha só pode ser encontrado nos Parques Nacionais Marinhos de Fernando de Noronha e Abrolhos, e também na Reserva Biológica de Atol das Rocas.
Leia Também
Macaco-prego-de-crista: vítima da Mata Atlântica
Onça-pintada: uma nova esperança
Macaco-Aranha: contempla o seu futuro
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Salles desiste de candidatura ao Senado em São Paulo
Ex-ministro de Meio Ambiente de Bolsonaro abre mão da disputa e declara apoio a Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL), que disputam as duas vagas ao Senado pelo estado →
Áreas naturais podem reduzir impactos de eventos climáticos nas cidades
Estudo na Região Metropolitana de Curitiba mostra que regiões preservadas têm maior capacidade de absorver água da chuva, recarregar aquíferos e armazenar carbono →
SEMA lança “cortina de fumaça” sobre origem da fumaça em Manaus e encobre BR-319 como causa
Ao colocar a seca e El Niño no centro da explicação, autoridades ambientais deslocam o debate daquilo que realmente exige resposta do Estado: fiscalizar as áreas atingidas e responsabilizar os autores →

Eu fotografei um pássaro deste na Ilha de La Reunion, Oceâno Índico, inclusive me disseram que é uma ave simbolo da ilha. Esteve ameaçada de extinção e agora está mais segura a sua subsistência. Lendo aqui vejo que não é apenas daquela região, correto? Ou seja, não é ave exótica na costa brasileira.
Eu fotografei um pássaro deste na Ilha de La
Reunion, Oceâno Índico, inclusive me disseram que é uma ave simbolo da ilha. Esteve ameaçada de extinção e agora está mais segura a sua subsistência. Lendo aqui vejo que não é apenas daquela região, correto? Ou seja, não é ave exótica na costa brasileira.