No começo da semana, o secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Ribeiro Capobianco, anunciou que ano que vem o governo planeja monitorar a Mata Atlântica por imagens de satélite para evitar desmatamentos. Mas para o Ibama de Santa Catarina o maior problema não é saber onde acontece o desmate, mas ter verba e fiscais para enviar à região antes que a mata desapareça.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Câmara proíbe embargo remoto de área desmatada sem vistoria prévia
Projeto restringe medidas cautelares usadas por Ibama e ICMBio e proíbe a queima de maquinários flagrados pela fiscalização ambiental →
Da nascente ao deságue no Tietê, uma jornada pelo córrego Tiquatira
O plantio de árvores nas margens do rio é apenas uma etapa no longo e complexo processo para tentar recuperar um curso d’água em plena metrópole paulistana →
O legado do CBUC e um recomeço programado para junho
Por duas décadas, o Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação foi o palco para encontros que ajudaram a ditar os rumos da conservação no Brasil. Agora, é a vez da UCBIO →
