No começo da semana, o secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Ribeiro Capobianco, anunciou que ano que vem o governo planeja monitorar a Mata Atlântica por imagens de satélite para evitar desmatamentos. Mas para o Ibama de Santa Catarina o maior problema não é saber onde acontece o desmate, mas ter verba e fiscais para enviar à região antes que a mata desapareça.
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