Notícias

Ritmo acelerado

A situação mais séria é da Terra Indígena Kayabi, que tem 465 mil hectares de florestas no Mato Grosso e mais cerca de 550 mil hectares do lado do Pará. As agressões a essa área foram intensificadas depois que a Justiça reconheceu a parte mato-grossense como terra indígena, em 2002. A área era ocupada por fazendeiros, que se recusaram a sair, e desde então, aumentaram o ritmo da derrubada. De acordo com o Instituto Centro de Vida (ICV), muito presente naquela região, até 2001 havia quatro mil hectares desmatados na Kayabi. Mas entre 2002 e 2005 mais 18 mil hectares de floresta foram abertos, tanto por esses fazendeiros quanto por grileiros através de novas invasões. Segundo o ICV, os índios não são coniventes com o desmatamento em suas terras, que estão em bom estado de conservação.

Redação ((o))eco ·
6 de outubro de 2006 · 20 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Salada Verde
1 de setembro de 2026

Governo federal registra 133 compromissos sobre El Niño desde maio

Agenda Transparente, do Fiquem Sabendo, compilou os dados das agendas; Agência Nacional das Águas e Casa Civil lideram registro de reuniões

Salada Verde
1 de setembro de 2026

Levantamento aponta 240 candidatos com R$ 213,5 milhões em multas ambientais

PL, MDB e Podemos têm o maior número absoluto de candidatos autuados. Maior parte dos candidatos disputam uma vaga como deputado(a) estadual

Reportagens
1 de setembro de 2026

Esforços para proteger macaco-prego-galego mobilizam município em Alagoas

Delmiro Gouveia transformou o primata em símbolo do município, celebrado neste 1º de setembro; iniciativa marca avanço da conservação da espécie na Caatinga, onde ainda é pouco estudada

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.