Mantega safou-se agarrando-se às duas bóias permanentes do discurso ambiental do governo brasileiro: biocombustíveis e financiamento externo para proteção da Amazônia. No primeiro ponto, tentou vender o álcool como alternativa para mover o mundo. Mas não tocou no desmatamento que a expansão dos canaviais causou no Brasil. Sobre a Amazônia, disse que sem dinheiro de fora, não há como o país proteger a floresta. Confessou, entretanto, que o Brasil não tem uma proposta acabada sobre esse tema.
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