Mantega safou-se agarrando-se às duas bóias permanentes do discurso ambiental do governo brasileiro: biocombustíveis e financiamento externo para proteção da Amazônia. No primeiro ponto, tentou vender o álcool como alternativa para mover o mundo. Mas não tocou no desmatamento que a expansão dos canaviais causou no Brasil. Sobre a Amazônia, disse que sem dinheiro de fora, não há como o país proteger a floresta. Confessou, entretanto, que o Brasil não tem uma proposta acabada sobre esse tema.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Entidades científicas cobram governo por atraso em plano de transição energética
Carta da SBPC e ABC afirmam que prazo dado por Luiz Inácio Lula da Silva não foi cumprido e alerta para riscos climáticos e econômicos →
Frente ambientalista apresenta plano para reorientar agenda ambiental no Parlamento
Plano articula sociedade civil e parlamentares para ampliar pressão política e unificar agenda ambiental no Congresso Nacional →
Ipaam regulamenta cadastro ambiental obrigatório e integra sistema ao Ibama no Amazonas
Norma unifica registros, define cobrança da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental do Amazonas (TCFA/AM) e amplia controle sobre atividades potencialmente poluidoras →


