Notícias

Só para peixes

Em uma reunião com especialistas em peixes amazônicos, realizada no último dia 28 de maio, técnicos do Ibama responsáveis pelo licenciamento ambiental escutaram que é possível conceder a licença prévia às usinas de Santo Antônio e Jirau, no rio Madeira, se algumas questões forem solucionadas na etapa da licença de instalação. No caso dos peixes, uma das condicionantes será um estudo in loco de um canal semi-natural de transposição que permita a migração dos grandes bagres, mas impeça a passagem de peixes que tradicionalmente não subam as corredeiras. Também serão solicitadas provas de que os ovos e larvas serão capazes de descer o rio, passando pelas turbinas e o vertedouro.

Redação ((o))eco ·
14 de junho de 2007 · 19 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Notícias
6 de julho de 2026

Pantanal brasileiro perdeu cerca de 80% da água superficial em 40 anos, aponta pesquisa

Estudo inédito mostra que o bioma sofreu uma redução de cerca de 80% da água superficial desde 1985, comprometendo a biodiversidade e serviços ecossistêmicos essenciais

Salada Verde
6 de julho de 2026

Pesquisadora especialista em tamanduás morre em acidente aéreo no Pantanal

A alemã Lydia Möcklinghoff se dedicava há mais de 20 anos ao estudo do tamanduá-bandeira no Pantanal. Ela e o piloto morreram com queda de avião em Campo Grande

Análises
6 de julho de 2026

Encontro com os Encantados de Olivença, na Bahia

O que começou como um passeio de bicicleta até Olivença terminou em uma imersão na cultura Tupinambá, entre arte, território, ancestralidade e luta por reconhecimento

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.