O Brasil decidiu anunciar uma nova meta climática – na prática, a nova meta quase esbarra, mas ainda é menos ambiciosa que a meta antiga, acordada pelo país em 2015, quando o Acordo de Paris foi criado. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (01), em Glasgow, pelo ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite.
“É uma atitude muito pequena feita para um desafio muito grande”, analisa Márcio Astrini, Secretário Executivo do Observatório do Clima, em entrevista ao jornalista Felipe Werneck, em boletim para ((o))eco.
Escute:
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Quem são os jovens ativistas que processam governo por “pedalada climática”
Manobra contábil na definição das metas de redução de gases estufa motivou ação pública contra Ricardo Salles e Ernesto Araújo. Ação tem apoio de 8 ex-ministros →
Boletim: Como o Brasil chega à COP 26?
País aumentou suas emissões em plena pandemia e apresentará na COP planos vagos de crescimento verde. Escute a análise do Observatório do Clima sobre o primeiro dia →
Organizações lançam minimanual sobre Conferências do Clima e Acordo de Paris
Publicação explica estrutura do acordo, mergulha na linguagem dos acordos e deixa claro o que será discutido na próxima, marcada para novembro →
