Notícias
8 de junho de 2005

TB, o retorno

A tuberculose está voltando a ser ameaça mundial. Quem diz é o canadense Globe and Mail, citando autoridades da Organização Mundial de Saúde. Nos países desenvolvidos, ela reapareceu com força suficiente para torná-la imune aos tratamentos conhecidos. No resto do mundo, ela hoje ataca mais gente anualmente do que há 15 anos atrás. No ano passado, 8 milhões de pessoas no mundo padeceram da doença.

Por Redação ((o))eco
8 de junho de 2005
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8 de junho de 2005

Tudo pelo fumo

Mais um sinal de que George Bush adora proteger empresas ambientalmente incorretas, desta vez em reportagem do The Washington Post. Ela conta que os advogados do governo que lideram a acusação contra a indústria de tabaco em julgamento que já dura 8 meses, pediram em suas argumentações finais uma punição financeira que não chega a 10% do montante que, de acordo com testemunhos, seria necessário para custear tratamento de ex-fumantes e programas para quem quer largar o vício. Até os advogados das tabaqueiras, que imaginavam ser espetadas numa conta de 130 bilhões de dólares, ficaram espantados com o pedido federal de apenas 10 bilhões de dólares

Por Redação ((o))eco
8 de junho de 2005
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8 de junho de 2005

Fama debaixo da lama

A mais famosa estrada do Parque de Yellowstone, a rodovia 212, considerada dona das vistas mais espetaculares da região, está soterrada sob 13 imensos deslizamentos de terra, diz reportagem do The New York Times. Reconstruí-la vai custar 20 milhões de dólares e levar 6 meses.Significa que ela estará fechada durante o pico de visitação ao parque, que acontece agora em junho, julho e agosto.

Por Redação ((o))eco
8 de junho de 2005
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8 de junho de 2005

Turbinas da morte

Considerada uma das alternativas de produção de energia limpa, as turbinas eólicas estão cada vez mais recebendo críticas de ambientalistas por funcionarem, muitas vezes, como devastador triturador de pássaros. Agora quem está debaixo de pancada, segundo o Guardian, é o projeto para criar a maior “fazenda” de produção de energia eólica do mundo. Ela ficaria à beira do rio Tâmisa, na Inglaterra. Mas há Ongs advertindo o governo que as hélices de suas 270 turbinas estarão localizadas bem na rota de uma colônia de pássaros migratórios no Atlântico Norte cuja espécie está próxima da extinção.

Por Redação ((o))eco
8 de junho de 2005
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8 de junho de 2005

Contaminar às vezes sai caro

A Monsanto colocou 250 milhões de dólares na Solutia, uma empresa de produtos químicos saída de sua costela. A Solutia foi criada pela própria Monsanto há mais de uma década, como empresa independente, e nela enterrada boa parte de seu passivo ambiental relativos à contaminações por elementos químicos. A Solutia, claro, lidando apenas com questões legais, está quebrando e a Monsanto, segundo o The New York Times, prefere botar dinheiro nela e mantê-la viva porque isso a protege de ter que lidar diretamente com este passivo ambiental.

Por Redação ((o))eco
8 de junho de 2005
Análises
8 de junho de 2005

Salvação gay

De Diana. Seu Eco, gostaria de parabenizá-los pela qualidade das colunas apresentadas por vocês. O texto a respeito da passeata gay aborda de uma maneira simples e natural uma mudança tão importante que está acontecendo em nossa sociedade, visivelmente a autora foi fundo em suas pesquisas e emoções. Parabéns a Silvia Pilz e a todos os seus colunistas!

Por Redação ((o))eco
8 de junho de 2005
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8 de junho de 2005

Os sobreviventes

A Slate foi fazer reportagem sobre a convenção que, recentemente, reuniu sobreviventes de uma fúria muito específica da natureza: raios. Nenhum deles se lembra em detalhes da experiência. Apenas que ela começou com um clarão e eles acordaram com gosto ácido na boca. Todos reclamam de um certo abandono pela ciência médica. De fato, 70% dos sobreviventes de raios têm seqüelas da experiência. A mais comum, é a péssima memória. Outras incluem mini-convulsões, tremores e irritabilidade crônica. No entanto, quase nenhum médico sabe como tratá-los. Em média, por ano, morrem 67 pessoas por causa de raios nos Estados Unidos, a maioria homens. Eles tendem a passar mais tempo fora de casa que as mulheres, o que faz com que o risco para eles aumente.

Por Manoel Francisco Brito
8 de junho de 2005
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8 de junho de 2005

Ursos urbanos

A população de ursos pretos no Oeste de Nevada sofreu muito quando os primeiros humanos começaram a construir casas, estações de esqui e hotéis em seu habitat. As construções ocuparam vastas áreas onde antes só havia pinheiros e sua derrubada em massa, há três, quatro décadas, colocou os ursos da região em perigo. Seu principal alimento, o pinhão, começou a escassear. De uns dez anos para cá, entretanto, eles descobriram que o homem podia se tornar o melhor amigo do seu estômago graças a sua infinita capacidade de produzir lixo. Foi nas latas onde humanos jogam seus rejeitos, que os ursos pretos de Nevada foram resolver seu problema de comida. Hoje, 90% dos ursos que existem lá vivem do lixo. E eles são bem maiores que os 10% que ainda vivem de subir em pinheiros para roubar pinhões. A disponibilidade de alimento o ano todo está também fazendo com que muitos ursos se livrem de um dos hábitos mais peculiares de sua espécie: a hibernação. A reportagem está no The New York Times.

Por Manoel Francisco Brito
8 de junho de 2005
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8 de junho de 2005

Potes de doença

Os perigos do contato de animais selvagens está também em reportagem do Environmental News Service contando que no mesmo estado de Nevada, as autoridades estão pedindo à população para guardar no armário os potes onde deixam alpiste para aves que freqüentam seus quintais. Eles se tornaram o principal meio de transmissão de doenças entre aves no estado.

Por Manoel Francisco Brito
8 de junho de 2005
Reportagens
7 de junho de 2005

Malvada carne

Festival de Cinema Ambiental de Goiás exibe três filmes sobre criação de gado. Um deles apela para imagens chocantes, os outros dois apostam na poética.

Por Cássia Fernandes
7 de junho de 2005
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7 de junho de 2005

Floresta de hortaliças

No domingo, o BNDES, querendo pegar carona no Dia Mundial do Meio Ambiente, fez proselitismo contra o desmatamento publicando anúncios em diversos jornais para trombetear o que qualificou de sua ajuda contra o corte de árvores. São 137 milhões de reais em financiamentos, alguns dirigidos a causas ambientais, como certificação de madeira, e outros para medidas no mínimo polêmicas, como assentamentos em áreas de florestas. Grave mesmo foi a imagem que ele usou para ilustrar o reclame. Ela mostra mãos infantis segurando uma muda de rúcula. Alguém precisa explicar ao pessoal que trabalha com Guido Mantega, presidente do banco, que onde há hortaliças, é impossível haver árvores.

Por Redação ((o))eco
7 de junho de 2005
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