Reportagens

Os besouros que comem florestas

No oeste da América do Norte, invernos mais amenos, cortesia do aquecimento global, transformam inseto em praga que já destruiu 15 milhões de hectares de matas.

Redação ((o))eco ·
4 de dezembro de 2008 · 18 anos atrás
Pinheiros jovens estão saudáveis, mas o aquecimento global pode comprometer a recuperação das florestas. (Foto: Ministério de Florestas da Colúmbia Britânica)
Pinheiros jovens estão saudáveis, mas o aquecimento global pode comprometer a recuperação das florestas. (Foto: Ministério de Florestas da Colúmbia Britânica)
Por conta disso, o ministério de Florestas da Colúmbia Britânica está estocando sementes e estudando como plantá-las em latitudes mais frias, ao Norte, para reconstituir suas florestas em condições semelhantes as que existiam na sua área geográfica original. “O grande problema desse plano não é necessariamente fazer a floresta andar, mas quando fazê-lo”, diz Konkin. “Se a mudança acontecer cedo demais, elas correm o risco de morrer pelo excesso de frio. Se for tarde demais, o calor talvez já tenha comprometido as mudas de tal forma que não teremos mais o que mudar”.

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Colunas
23 de junho de 2026

Quando o mar avança mais rápido que a Justiça Climática

Comunidades tradicionais que vivem na Ilha do Cardoso, em São Paulo, agora lidam com o avanço do mar, eventos extremos e novas tratativas para mitigação e adaptação

Salada Verde
23 de junho de 2026

Cientistas descobrem duas novas espécies de escorpiões em Roraima

Espécies Cayooca puchus e Brotheas cernii foram descritas em inselberg no Roraima e ampliam o conhecimento sobre a diversidade de escorpiões amazônicos

Externo
23 de junho de 2026

Novo estudo indica caminhos para que países alcancem emissões zero até 2070

Análise da Climate Analytics apresenta visão geral do que pode significar a transição para longe dos fósseis alinhada ao mais alto nível de ambição climática

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.