
Quanto vale a natureza? Atribuir valores aos serviços dos ecossistemas é o desafio de quem está preocupado em conservação no Brasil e no mundo. Joshua Farley, pesquisador do Instituto Gund para Economia Ecológica, da Universidade de Vermont (EUA), fala nesta entrevista da necessidade de se chegar a um ponto de escassez para que os bens comecem a ser valorizados (e valorados) e da nova configuração econômica que o mundo deverá tomar para que a natureza não entre em colapso. Para ele, lógica capitalista baseada na livre concorrência precisa se transformar, até um ponto no qual modelo seja a cooperação entre as nações. Ouça.
Leia cobertura completa do CBUC 2009 em http://www.oeco.com.br/cbuc-2009 ou no Twitter
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Jovens lançam plataforma de mobilização por justiça climática
Proposta para a COP 31, a mobilização visa conectar iniciativas locais à agenda de ação global, fomentando a participação latina e juvenil nas políticas climáticas →
Levamos a Terra para um check-up, o diagnóstico é grave, mas ainda temos cura
O Planetary Health Check acompanha nove limites que precisam ficar dentro de uma margem segura para que o planeta continue estável e habitável. Hoje, sete deles estão ultrapassados →
Estudo amplia registros de ave ameaçada na Caatinga após 13 anos de monitoramento
Pesquisa do Cemafauna/Univasf analisou a ocorrência do arapaçu-do-nordeste em áreas monitoradas entre 2012 e 2025 e identificou 17 novos registros da espécie →
