Ao descobrir milhares de toneladas de petróleo sob a floresta amazônica, o Equador resolveu tomar uma atitude radicalmente oposta à sanha por exploração petrolífera que o Brasil tanto persegue com a descoberta de óleo na camada pré-sal. O governo equatoriano prometeu deixar suas reservas, que valem seis bilhões de dólares, no subsolo, em nome de uma economia com baixas emissões de carbono. Mas o presidente Rafael Correa reiterou que só vai prosseguir com a idéia se tiver compensações internacionais pela atitude.
Ainda não existe um fundo internacional próprio para isso, mas a Alemanha já acenou com a intenção de investir 50 milhões de dólares anuais, por 13 anos, para ajudar a economias a se adaptarem a baixas emissões através da redução do desmatamento e prevenção da extração petrolífera.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Batizada de ‘Maria’, nova espécie de anfíbio homenageia o nome mais popular do Brasil
Denominação de cobra-cega exclusiva do Rio de Janeiro também reverencia mulher escravizada que ajudou a reflorestar a Tijuca →
How can the Amazon gain new markets beyond China, the U.S. and the EU?
Brazilian cattle ranching needs to improve animal-health and environmental controls to access new markets, experts say →
Populações de vertebrados reduziram 95% na América Latina e no Caribe
Em todo o planeta, Relatório Planeta Vivo mostra declínio médio de 73% nas populações de vertebrados monitorados entre 1970 e 2022 →

