Reportagens

Panamazônia para o mundo

INPE oferece proposta de colaboração a países com florestas tropicais para mapeamento com sensoriamento remoto usando imagens públicas e softwares livres.

Redação ((o))eco ·
1 de março de 2010 · 12 anos atrás

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) apresentou em Bali, na Indonésia, sua proposta de cooperação para operar o projeto Panamazônia, aplicável em países que com cobertura de florestas tropicais. A idéia é permitir o monitoramento florestal por sensoriamento remoto com o uso de softwares livres e imagens públicas de satélites como o Nasa-Geocover & Modis e CBERS (Satélite Sino-brasileiro de Recursos Terrestres), depois de uma etapa de treinamento com equipes locais.

De acordo com o projeto o mapeamento pode ser feito por cobertura florestal, por desmatamento, reflorestamento, cobertura de cerrado, desmate no cerrado, regeneração neste bioma, e ainda por tempo de reflorestamento e regeneração, hidrologia e drenagem.

O Projeto Panamazônia foi concebido ainda em 1992 e em 2005 entrou em sua segunda fase, capacitando técnicos dos países amazônicos para montagem de bancos de dados e trocas de imagens para o monitoramento completo da floresta amazônica.

Na imagem abaixo, um exemplo de análise de cobertura vegetal na região amazônica.

Leia também

Notícias
26 de novembro de 2021

Informação obtida via LAI revela que MCTI recebeu dados do desmatamento em 1º de novembro

Ministro Marcos Pontes disse que dados não foram publicados antes da Conferência do Clima porque ele estava de férias. Agenda oficial registra férias entre 8 e 19 de novembro

Notícias
26 de novembro de 2021

Jornalismo digital brasileiro se une em campanha de financiamento

Ação reúne 26 organizações com objetivo de arrecadar doações para fortalecimento do jornalismo digital de qualidade

Reportagens
26 de novembro de 2021

MPF pede anulação da Licença de Instalação do Linhão Tucuruí na terra Waimiri Atroari

Ação aponta que União e a Transnorte agem ilegalmente no licenciamento da obra. Autossuficientes em energia elétrica, os Waimiri Atroari são contra o empreendimento e sentem “a floresta sangrar”

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta