Durante a Conferência da Biodiversidade na COP10, em Nagoya, Japão, diretores dos oito países responsáveis pelas áreas protegidas da Amazônia apresentaram o primeiro relatório regional sobre a floresta, instituindo um plano de ação para a região no período de 2011 a 2020. O relatório é a tentativa de praticar as metas do Programa de Trabalho de Áreas Protegidas (PoWPA).
O objetivo regional do relatório é gerar estratégias conservacionistas integradas para os ecossistemas amazônicos, para desfragmentar as ações de proteção em função das fronteiras políticas. Os países amazônicos já investiram 100 milhões de dólares por ano na manuntenção das áreas protegidas da região, porém existe uma necessidade de pelo menos mais 150 milhões, além de investimentos em infraestrutura (aproximadamente 500 milhões) para que a preservação seja realmente consolidada.
A importância do bioma amazônico na preservação pode ser observado pelo período de 2003 a 2009 quando 78% das áreas protegidas foram implementadas na Amazônia, totalizando 2,16% das reservas mundiais. Por essas razões, os governos apontam que contribuições financeiras internacionais devem ajudar na captação dos recursos necessários para a real preservação.
Leia também
Borboletas e formigas: um ensaio sobre jardins e ciclos
A vida em comunidade envolve relações de cuidado, mas também conflitos, riscos e ambiguidades. A cooperação é fundamental, mas não significa harmonia perfeita. E, essa lógica não é exclusiva para o mundo dos insetos →
A esperada queda da SELIC e o maior ativo do século XXI
Nos territórios, onde as veias seguem abertas e pulsam o sangue e a alma das cidades e de seus habitantes, milhares de pessoas sofrem os efeitos das decisões sobre investimentos →
Funbio lança chamada para expansão de unidades de conservação municipais
Entidade convida instituições a apresentarem projetos para Unidades de Conservação (UCs) nos biomas Caatinga, Pampa e Pantanal; inscrições vão até 30 de março →





