As baleias-francas, junto com as jubarte, são as mais fáceis de serem reconhecidas individualmente. A jubarte graças ao formato da sua cauda. A franca, pelas calosidades espalhadas em sua cabeça. A disposição das calosidades nunca se repete e vira a impressão digital de cada baleia. Graças a elas, é possível fazer o retrato-falado de uma franca. A bióloga Karina Groch, que trabalha no Projeto Baleia Franca desde 1996, tem olho treinadíssimo. Consegue reconhecer indivíduos da espécie franca à distância. Já ajudou a catalogar 332 deles que passaram pelo litoral brasileiro.
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