O ser humano é um eterno insatisfeito. Quem diria que há gente capaz de criticar os carros híbridos, que com seus motores que funcionam à base de eletricidade em baixa velocidade, contribuem para reduzir as emissões de gases do efeito estufa. Mas tem, segundo reportagem do The Independent. Deficientes visuais e ciclistas, pelo menos na Inglaterra, dizem que o silêncio dos híbridos quando funcionam com bateria nas cidades é um perigo, porque torna o sentido que mais os ajuda a identificar que um veículo está próximo, a audição, inútil. Em resumo, sentem falta da poluição sonora. A Lotus, que construiu sua fama nas pistas de Fórmula–1 e hoje vive de fabricar carros quase artesanais, decidiu diante dos protestos devolver ao seu híbrido, a capacidade fazer barulho. O sistema, como mostra o vídeo abaixo, é simples: quando o carro está funcionando na bateria, ela liga automáticamente um sistema de alto falantes que emitem som de motor à combustão.
Leia também
Amazônia registra maior número de queimadas da última década em janeiro
Queimadas acima da média também foram registradas em outros biomas, como Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica →
Plano Clima concentra metas, mas especialistas apontam lacunas na implementação
Sumário executivo sintetiza metas e compromissos climáticos do país, mas análises apontam indefinições sobre execução, financiamento e o nível real de esforço para cumprir as promessa →
Vale precisa apresentar esta semana plano para conter danos do vazamento em Congonhas
Justiça deu prazo de 5 dias para apresentação do documento voltado majoritariamente ações ambientais, com multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento →


