O ser humano é um eterno insatisfeito. Quem diria que há gente capaz de criticar os carros híbridos, que com seus motores que funcionam à base de eletricidade em baixa velocidade, contribuem para reduzir as emissões de gases do efeito estufa. Mas tem, segundo reportagem do The Independent. Deficientes visuais e ciclistas, pelo menos na Inglaterra, dizem que o silêncio dos híbridos quando funcionam com bateria nas cidades é um perigo, porque torna o sentido que mais os ajuda a identificar que um veículo está próximo, a audição, inútil. Em resumo, sentem falta da poluição sonora. A Lotus, que construiu sua fama nas pistas de Fórmula–1 e hoje vive de fabricar carros quase artesanais, decidiu diante dos protestos devolver ao seu híbrido, a capacidade fazer barulho. O sistema, como mostra o vídeo abaixo, é simples: quando o carro está funcionando na bateria, ela liga automáticamente um sistema de alto falantes que emitem som de motor à combustão.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Tuberculose mata três macacos no Cetas-RJ; centro está em quarentena
Confirmação da doença que levou a óbito macacos-pregos no Cetas de Seropédica leva Ibama a estender suspensão no recebimento de novos animais →
PL que retarda ação de órgãos ambientais por dois anos tem urgência aprovada
Proposta de deputado do PL prevê que órgãos ambientais aguardem dois anos para aplicar medidas como embargos e apreensões em propriedades de até 560 hectares →
Enchentes do Rio Grande do Sul fundamentam novo conceito para identificar áreas de risco
Chamada de Zona de Arraste, nova classificação nomearia fenômeno onde a força da natureza transforma uma inundação em um fenômeno de alta capacidade destrutiva →
