
A tartaruga-de-couro escolheu a praia de Barra Grande, em Cajueiro da Praia, possivelmente dois meses antes da localização feita pelos biólogos. Na Praia do Sal, em Parnaíba, outro ninho foi encontrado. Antes dessas descobertas, a espécie só tinha ninhos identificados no estado do Espírito Santo.
O pessoal do Tartarugas do Delta acredita que a tartaruga deverá sair do mar outras vezes para depositar mais ovos. O grupo espera que até o mês de julho outros ninhos na costa piauiense eclodam. “Estamos monitorando o nascimento de tartarugas das cinco espécies para os próximos dias em boa parte da extensão do nosso litoral”, declarou a bióloga Kesley Paiva.
De acordo com as pegadas na areia da praia, o indivíduo mede cerca de 1,50 metros e deve pesar em torno de 300 quilos. Entre os quelônios, a tartaruga-de-couro é a maior encontrada na costa brasileira, pode atingir 2 metros e pesar 700 quilos, embora exemplares maiores já tenham sido identificados. (Celso Calheiros)


Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
PL dos Minerais Críticos avança na Câmara sob críticas de ambientalistas e especialistas
Organizações apontam falta de debate público, riscos de flexibilização socioambiental e pressão sobre territórios indígenas e áreas marinhas →
Sítio arqueológico é vandalizado com pichações no Parque Nacional Serra do Cipó
Local teve a visitação interditada enquanto aguarda vistoria do Iphan para mensurar os danos ao patrimônio arqueológico; ICMBio abre canal de denúncias para identificar suspeitos →
O Relógio da Dignidade: o despertar de um paradigma
O debate sobre o fim da escala 6×1 no mercado de trabalho não é apenas uma disputa entre capital e trabalho, mas uma reavaliação do conceito de produtividade na era da economia do conhecimento →


