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Linhão do Tucuruí recebe licença de operação

Ibama deu sinal verde para o começo do  funcionamento da linha de transmissão que levará a energia de Tucuruí ao estado do Amazonas.

Redação ((o))eco ·
20 de março de 2013 · 13 anos atrás
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Acima, torre de transmissão entre Oriximiná e Engenheiro Lechuga corta a mata. Energia percorre quilômetros para abastecer Amazonas. Foto: Ana Blanc/Ibama/AP
Acima, torre de transmissão entre Oriximiná e Engenheiro Lechuga corta a mata. Energia percorre quilômetros para abastecer Amazonas. Foto: Ana Blanc/Ibama/AP

O Ibama concedeu ontem a Licença de Operação da linha de transmissão que interliga a Subestação de Energia Oriximiná, no estado do Pará, às subestações de Silves e Engenheiro Lechuga, no estado do Amazonas.  O linhão, administrado pela Concessionária Manaus Transmissora de Energia S. A., tem cerca de 558 quilômetros de extensão e faz parte da interligação elétrica que levará a energia produzida pela Usina de Tucuruí para o Amazonas.

A torre, situada no trecho entre as duas subestações, tem 62 metros de altura e pesa 24 toneladas.

Para viabilizar a construção dessa linha, o governo do Amazonas rebaixou a categoria da unidade de conservação Nhamundá, antes “Parque Estadual”, para “Área de Proteção Ambiental”, em 2011. Esta manobra foi necessária porque, sendo a UC de proteção integral, o empreendimento não poderia ser feito no local escolhido. Os detalhes da mudança de status da UC podem ser lidos na reportagem de Vandré Fonseca, publicados em 2011.

A reportagem de ((o))eco tentou, sem sucesso, entrar em contato com a Concessionária Manaus Transmissora de Energia S. A., mas não encontrou ninguém para confirmar se o traçado continua o mesmo ou mudou de 2011 para cá.

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