
A consulta pública sobre quelônios continentais está aberta até a próxima segunda-feira (17). Coordenado pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Répteis e Anfíbios (RAN/ICMBio), a consulta faz parte do 2º Ciclo de Avaliação do Estado de Conservação da Herpetofauna, iniciado este ano com os crocodilianos (jacarés), com a avaliação de 31 espécies de quelônios presentes no território brasileiro, como tartarugas, cágados, iaçás e tracajás. A consulta pública conta com a participação da comunidade científica e a sua contribuição com informações sobre táxon e seu habitat. Para cada espécie, os participantes devem preencher a ficha de consulta ampla com informações importantes para a avaliação, assim como indicar os pontos de registros de ocorrência utilizando a planilha de pontos de ocorrência e enviá-los para o e-mail [email protected] até o dia 17. O mesmo e-mail também receberá publicações, como artigos, dissertações e teses. Fonte: RAN/ICMBio.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
O vencedor da Copa do Mundo das Áreas Protegidas
Não basta o número de unidades, o tamanho importa mais. Confira qual país do mundial de 2026 mais se destacou na conservação das suas riquezas naturais →
Cientistas descobrem espécie de macaco que passou anos “escondida” na floresta congolesa
Primata, que já é considerado ameaçado de extinção por pesquisadores, escapou por décadas do radar de expedições científicas na República Democrática do Congo →
O oceano que nos sustenta e o que está em jogo quando o coral branqueia
A conservação do oceano depende de gestores públicos e cidadãos que muitas vezes vivem longe do mar, mas cujas escolhas afetam diretamente os ecossistemas marinhos →
