
A consulta pública sobre quelônios continentais está aberta até a próxima segunda-feira (17). Coordenado pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Répteis e Anfíbios (RAN/ICMBio), a consulta faz parte do 2º Ciclo de Avaliação do Estado de Conservação da Herpetofauna, iniciado este ano com os crocodilianos (jacarés), com a avaliação de 31 espécies de quelônios presentes no território brasileiro, como tartarugas, cágados, iaçás e tracajás. A consulta pública conta com a participação da comunidade científica e a sua contribuição com informações sobre táxon e seu habitat. Para cada espécie, os participantes devem preencher a ficha de consulta ampla com informações importantes para a avaliação, assim como indicar os pontos de registros de ocorrência utilizando a planilha de pontos de ocorrência e enviá-los para o e-mail [email protected] até o dia 17. O mesmo e-mail também receberá publicações, como artigos, dissertações e teses. Fonte: RAN/ICMBio.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Duas cartas e uma conta que não fecha
No primeiro semestre deste ano, foram publicados dois importantes estudos relativos à conservação no Brasil e realizados dois fóruns igualmente importantes →
91% dos brasileiros consideram importante que candidatos apresentem propostas climáticas
Pesquisa Ipsos encomendada pelo Observatório do Clima ouviu 1.800 pessoas e mostra que 62% consideram o tema muito importante; Veja Levantamento →
A palavra que derruba a floresta
Na Amazônia, o discurso político pode estimular o desmatamento mesmo quando não há mudanças formais na legislação ou na fiscalização →
