
A ONG Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia) elaborou um método para apontar as áreas protegidas da Amazônia que apresentam risco iminente de desmatamento em curto prazo. Essas áreas estão divididas em terras indígenas e unidades de conservação federal e estaduais. A presença de estradas ilegais, condições do terreno, proximidade de obras como hidrelétricas e qualidade do solo estão entre os elementos que a Imazon utilizou para identificar as áreas mais vulneráveis. A avaliação se divide em dois modos: ameaça, que leva em conta o risco imediato de desmatamento e pressão, que identifica o desmatamento que já está acontecendo. Na lista das áreas com mais ameaça estão a Floresta Nacional do Aripuanã e o Parque Nacional dos Campos Amazônicos. Entre as dez áreas que apresentam mais pressão estão a Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu e Área de Proteção Ambiental do Tapajós, ambos no Pará. Em janeiro, o Imazon divulgará o modelo de risco para 2017.
Fonte original: Folha de S. Paulo
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Os planos climáticos do Brasil e França
A crise climática testa menos a eloquência dos governos e mais sua aptidão para reorganizar materialmente a economia, o território e o poder público →
COP15 – Países se reúnem para discutir desafios de cuidar de quem não tem endereço fixo
Confira entrevista exclusiva com presidente da COP15, João Paulo Capobianco, sobre Conferência das Espécies Migratórias, que acontece no Brasil esta semana →
Governo cria nova área protegida no Cerrado de Minas Gerais
Com 41 mil hectares, Reserva de Desenvolvimento Sustentável Córregos dos Vales do Norte de Minas visa proteger nascentes e comunidades tradicionais da região →

