
A ONG Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia) elaborou um método para apontar as áreas protegidas da Amazônia que apresentam risco iminente de desmatamento em curto prazo. Essas áreas estão divididas em terras indígenas e unidades de conservação federal e estaduais. A presença de estradas ilegais, condições do terreno, proximidade de obras como hidrelétricas e qualidade do solo estão entre os elementos que a Imazon utilizou para identificar as áreas mais vulneráveis. A avaliação se divide em dois modos: ameaça, que leva em conta o risco imediato de desmatamento e pressão, que identifica o desmatamento que já está acontecendo. Na lista das áreas com mais ameaça estão a Floresta Nacional do Aripuanã e o Parque Nacional dos Campos Amazônicos. Entre as dez áreas que apresentam mais pressão estão a Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu e Área de Proteção Ambiental do Tapajós, ambos no Pará. Em janeiro, o Imazon divulgará o modelo de risco para 2017.
Fonte original: Folha de S. Paulo
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