Notícias

Dito e feito

Levantamento preliminar do Ibama divulgado pelo Jornal do Commércio (PE) mostra que 20 macacos foram abatidos em Minas Gerais, seis em Mato Grosso e um apedrejado na Bahia (que fez o animal até perder o braço). O Eco já havia divulgado que bichos vinham pagando a conta da febre amarela. Conforme o órgão federal, os ataques começaram depois que primatas surgiram mortos no Parque Nacional de Brasília, com suspeita de febre. Em nota, o Ibama reforçou o papel dos primatas como sentinelas da doença silvestre e afirmou que “Matar os macacos é um ato insano, praticado contra o próprio homem. A morte dos macacos por febre amarela evita a morte de pessoas, porque indica às autoridades que algo está acontecendo. Sem os macacos, não há aviso, e as pessoas ficam totalmente vulneráveis, porque o grande vilão, quem de fato transmite a doença, são os mosquitos”.

Redação ((o))eco ·
8 de fevereiro de 2008 · 19 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Análises
21 de agosto de 2026

O século XXI começou no subsolo

O Brasil pode repetir o velho modelo de exportar recursos naturais ou transformar sua riqueza mineral e biológica em conhecimento, tecnologia e soberania

Notícias
21 de agosto de 2026

Projeto em Alta Floresta expande pontes artificiais que zeraram atropelamento de primatas

A instalação de oito novas estruturas de passagem de fauna no município reforça a bem-sucedida estratégia de conservação local para macacos amazônicos ameaçados

Salada Verde
21 de agosto de 2026

Ibase aponta desafios da urbanização de favelas do Rio diante da crise climática

Levantamento com 10 mil moradores identifica problemas de arborização, drenagem, saneamento e manutenção em 18 favelas da capital do estado

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.