Notícias

Academia limpa

Reportagem no The Washington Post mostra que as universidades dos Estados Unidos estão numa espécie de corrida para dizer qual delas é ambientalmente mais correta. Algumas mudaram completamente seus sistemas de água e esgoto, outras iniciaram programas radicais para reduzir a produção de lixo e várias estão utilizando fontes alternativas de energia. A súbita adesão ao ecologicamente correto é uma ferramenta de marketing, mas sobretudo uma tentativa de expiar culpas. O mundo acadêmico americano, que produziu boa parte do conhecimento sobre poluição que se tem hoje, era muito bom em apontar culpados por desastres ambientais entre empresários e políticos, mas nunca tinha olhado detidamente para dentro de casa. Quando começou a olhar, há uns cinco anos, descobriu que do ponto de vista ambiental, a Academia é quem era incorreta.

Redação ((o))eco ·
11 de julho de 2005 · 21 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Salada Verde
23 de abril de 2026

Concessão inédita em gleba pública testa novo modelo de gestão para florestas na Amazônia

Edital para a Gleba Castanho leva concessões a terras públicas não destinadas e reacende debate sobre governança, controle territorial e combate ao desmatamento

Reportagens
23 de abril de 2026

Recifes, jubartes e a conta global da proteção marinha

A biodiversidade marinha que conecta o litoral brasileiro a desafios climáticos e metas internacionais de conservação

Análises
23 de abril de 2026

A quem interessa minerar terras raras no Rio Grande do Sul?

Podemos reconhecer nossas riquezas que não necessitam de mineração, como a biodiversidade do Pampa e os ecótonos presentes na transição para a Mata Atlântica

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.