Representantes da Campanha Internacional Não às Árvores Transgênicas protestam em Brasília (DF) contra a implantação de uma das maiores fábricas de celulose do mundo, em Ribas do Rio Pardo (MS), e a plantação de eucaliptos transgênicos resistentes a agrotóxicos no Brasil.
Uma manifestação ocorreu na Universidade de Brasília (UnB) e uma petição com mais de 200 mil nomes foi entregue a parlamentares da Bancada Ambientalista da Câmara. Reuniões estão previstas nos ministérios dos Povos Indígenas e do Meio Ambiente e Mudança do Clima.
O cultivo de árvores geneticamente modificadas no país foi liberado em 2015 pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). Eucaliptos transgênicos, por exemplo, podem ser colhidos entre 4 e 5 anos, metade do tempo das espécies convencionais.
Isso aumenta o consumo de água, o uso de herbicidas e os impactos sobre ambientes naturais e populações humanas, afirma a Campanha Internacional Não às Árvores Transgênicas.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Quem são os 20 deputados e senadores eleitos que têm projetos contra UCs
Apuração de ((o))eco revela as propostas que atacam as unidades de conservação que estão por trás de parlamentares eleitos para mais um mandato no Congresso Nacional →
Relatório da ONU faz novo alerta sobre insuficiência no corte de emissões globais
Combate à crise climática patina com emissões nas alturas. Documento mostra que políticas de Trump elevarão ainda mais emissões dos EUA, maior emissor global →
Fachin mantém suspensa licença de instalação de Belo Sun
Após meses de mobilização liderada por mulheres indígenas, Supremo mantém suspensão de licença para projeto de ouro na Volta Grande do Xingu →
