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Velejar é outra coisa

De Isabella CruzSilvia,Me encaixei perfeitamente no seu texto. Realmente quem veleja e participa de regatas, passa um sufoco incalculável para aqueles que apenas apreciam as velas em terra firme.Quando você está em regata, aonde quase não se locomove, manter a higiene é complicado ainda mais ter conscientização ecológica. Tudo que incomoda é lançado ao o mar, desde embalagens para biscoito, latinhas (como você disse), absorventes, papeis, plásticos... tudo que interferir no seu mínimo bem estar dentro do barco. Quanto menos coisas para atrapalhar melhor. Ter uma latinha rolando pra lá e pra cá, realmente não dá! Principalmente pano de chão sujo com diesel. Não existe barco que não vaze óleo ou combustível. Por isso, o mar é um “desaparecedor de problema” perfeito. É só arremessar e está livre .Um pequeno detalhe que você deixou de escrever foi, que para ir ao pequeno/micro banheiro fazer qualquer coisa, com o barco de lado, é se transformar em mulher aranha. Outra situação que eu vivi foi: eu e minha família estávamos numa regata, com muito vento e ondas grandes, duas tripulantes (amigas), passaram mal. Depois de vomitar a vontade, veio a vontade de uma delas fazer xixi. Como descer, e ir ao banheiro é totalmente impossível quando esta enjoado, pois só em falar a palavra cabine, dá náuseas. O jeito foi segurar um baldinho e fazer ali mesmo na popa. E isso com varias pessoas ajudando pois o barco não parava de balançar. Uma situação constrangedora, mas como você mesmo falou, privacidade e individualidade não existe num barco.Parabéns pelo texto que relata o que realmente é velejar.

Redação ((o))eco ·
27 de novembro de 2005 · 20 anos atrás

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