![]() |
Bangladesh ainda sofre com os apagões nas casas e no comércio. Principalmente nas zonas rurais, muitos têm pouco ou nenhum acesso à rede elétrica.
A energia é originária sobretudo da combustão de carvão e de outros combustíveis fósseis. Uma das maiores causadoras de gases do efeito estufa é a produção de tijolos. Aqui está se iniciando uma mudança de mentalidade, a partir do uso de tecnologias mais modernas, mais econômicas e menos poluentes. Objetivo do projeto: Redução do uso de carvão nas fábricas de tijolos e o emprego de casca de arroz como combustível Amplitude do projeto: 20 fábricas modernas de tijolos (10 delas já estão em funcionamento) Volume de investimentos: 750 mil euros por cada fábrica de tijolos, totalizando 10,5 milhões de euros. E 4.200 euros por caldeira à base de casca de arroz Redução de emissões de CO2: 2850 toneladas por ano em cada fábrica de tijolos Um filme de Wolfgang Bernert |

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Lobby da mineração avança sobre terras indígenas, aponta relatório da APIB
Documento identifica mais de 1.300 requerimentos na Amazônia e denuncia articulação política e jurídica para flexibilizar direitos territoriais →
Que Macaco é Esse? Aplicativo ajuda a identificar primatas de SP
A ferramenta traz fotos, sons e informações sobre as 12 espécies de primatas que podem ser encontradas nas unidades de conservação do estado de São Paulo →
UCBio recebe ativista Paul Watson para debates sobre preservação ambiental
O evento reúne referências globais para discutir a preservação da biodiversidade no mundo. As inscrições estão abertas para o encontro em Curitiba (PR) →

