Notícias

Autodefesa

Funcionários do Ibama divulgaram uma carta contra a criação do Serviço Florestal Brasileiro e contra a abertura de licitações para a exploração das florestas brasileiras (Projeto de Lei de Gestão de Florestas Públicas). Eles acreditam que o governo deveria fortalecer o Ibama em vez de enfraquecê-lo com a criação de um novo órgão e consideram licitar o uso da floresta uma forma de privatizar a Amazônia. “ Avaliamos que esta iniciativa coloca em risco a soberania brasileira na Amazônia constituindo-se num primeiro passo para sua internacionalização”, diz o documento. Os funcionários questionam a eficácia da medida para combater a grilagem e os conflitos de terra no país e acreditam que ela tenha graves conseqüências ao bioma amazônico, à mata atlântica e ao cerrado.

Redação ((o))eco ·
25 de fevereiro de 2005 · 21 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Externo
18 de agosto de 2026

COP17 herda desafios de financiar combate à desertificação

Em 2024, na Arábia Saudita, a COP16 falhou na transformação dos compromissos voluntários em mecanismos práticos e financiados

Salada Verde
18 de agosto de 2026

SEEG aponta 37 caminhos para reduzir emissões de metano no Brasil

Agropecuária, resíduos, florestas e energia estão entre os setores contemplados por caderno com soluções para reduzir as emissões de metano, gás 28 vezes mais potente que o CO₂

Salada Verde
18 de agosto de 2026

ONGs se juntam por novas áreas protegidas marinhas nos mares brasileiros

Proposta de mosaico de unidades de conservação visa proteger faixa de cerca de 1.500 km de montanhas submarinas, entre Ceará e Rio Grande do Norte

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.