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Impactos

A obra estava embargada desde abril deste ano, quando a Justiça decidiu passar o licenciamento ambiental do estado para o Ibama. O projeto, que obteve autorização do governo de Mato Grosso em 2004, prevê o alagamento de 1.290 hectares, sendo 920 hectares de vegetação nativa. Tudo para geração de apenas 29 megawatts de energia. A população que reside na parte sul do Parque Indígena do Xingu alega que o empreendimento vai ter impactos na reprodução dos peixes do Culuene, base de sua alimentação.

Redação ((o))eco ·
28 de setembro de 2006 · 20 anos atrás

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