O keynesiano verde – com Carlos Eduardo Young
Carlos Eduardo Young, um economista que o meio ambiente salvou de passar a vida discutindo juros, explica por que a natureza tem valor mas não tem preço. →
Economista com graduação na PUC-Rio e mestrado na Universidade George Mason, na Virgínia, EUA. É professor da PUC-Rio e conselheiro da Associação O Eco. Em ((o))eco, escreve desde a sua fundação, onde já foi colunista, editor-chefe e diretor-executivo. Contribuiu para a revista Exame, Super Interessante e o site Notícia, Opinião e ponto. Tem um fraco por cidades densas, tecnologia e gadgets. É um "bem-estarista": se interessa por qualquer coisa que possa melhorar a situação das pessoas e da biodiversidade. Gosta de contar histórias. Acredita que quanto mais a humanidade se integrar e se tornar tolerante, mais fácil será resolver qualquer problema.
Carlos Eduardo Young, um economista que o meio ambiente salvou de passar a vida discutindo juros, explica por que a natureza tem valor mas não tem preço. →
O Unidos da Lata de Lixo recicla para fazer instrumentos e fantasias. O material que os catadores da região acham que não compensa vender é doado para os sambistas. Garrafões de água, latões e baldes de plástico compõem o naipe dos surdos e repiques. Latas de cerveja viram tamborins e ganzás. Não há folga para tampas de panela e frigideiras nem para as sobras de napa usadas por capoteiros locais. Vale tudo, até argolas de latinhas transformam-se em enfeites. Localizado no bairro de Colégio, Zona Norte do Rio de Janeiro, o bloco divulga a idéia da reciclagem e, quando sai, junta 300 foliões animadíssimos. Viva Favela (gratuito). →
A temperatura no Ártico está aumentando ao dobro da velocidade do resto do planeta. Os modelos de efeito estufa já previam que a área seria mais afetada devido a um mecanismo de feedback. A neve e o gelo refletem a maior parte da luz de volta ao espaço. À medida que derretem, essa capacidade diminui e o processo de aquecimento se acelera. Entre as conseqüências previstas está o aumento do nível dos mares nesse século em até um metro e a possível extinção do urso polar. New Scientist (gratuito). →
Estima-se que boa parte das reservas não exploradas de gás e petróleo esteja na região ártica, em áreas da Rússia, Alaska, Canadá, Noruega e Groenlândia. O derretimento da cobertura de gelo facilitará a prospecção e o transporte dessas matérias-primas. No atual ritmo de aquecimento, no fim do século existirão mais rotas marítimas e a duração da temporada anual de navegação aumentará dos atuais 20 ou 30 dias para 120. Yahoo News / Reuters (gratuito). →
Programas de reciclagem dão certo quando buscam o equilíbrio econômico e ambiental. Quando coração e razão se divorciam, quem perde são os recursos naturais. →
Polêmicas são divertidas e ninguém gosta de impostos, mas a taxa de lixo da gestão Marta Suplicy merece uma análise cuidadosa. Os primeiros resultados são bons. →
Nos Estados Unidos, a crescente adoção de programas de coleta de lixo pay-as-you-throw diminui o desperdício e incentiva a reciclagem. Os usuários aprovam. →
As melhores oportunidades para programas de grande impacto ambiental e na qualidade de vida estão nos países em desenvolvimento e não nos que já são ricos. →
Fraudar relatórios de impacto ambiental, como fizeram os construtores da represa de Barra Grande, só funciona se ninguém se acostumou a calcular a diferença. →
Sistema de quotas individuais para a indústria pesqueira protege as espécies ameaçadas e regula a concorrência. Diversos países vêm adotando o modelo. →
Proposta polêmica ganha força nos Estados Unidos. Pesquisadores defendem a privatização de reservas e recursos naturais como a melhor política de conservação. →