Fotografia

Jubartes em Abrolhos

Foram oito dias no mar, em setembro de 2009, para documentar a vida das baleias jubarte no Brasil e os esforços de pesquisa para a conservação.

Luciano Candisani ·
30 de março de 2010 · 16 anos atrás

Todos anos, entre os meses de junho e outubro, milhares de baleias jubarte nadam ao longo do litoral da Bahia, principalmente ao redor das águas do arquipélago dos Abrolhos. A presença massiva dessas criaturas gigantes – com até 16 metros e 40 toneladas – se revela em aparições tão furtúitas quanto emocionantes: a força da nadadeira caudal exposta antes do mergulho , os borrifos da respiração, partes da cabeça e do corpo. E grandes saltos , o ápice do exibicionismo a associado `a espécie. Mas as reais dimensões de uma jubarte só podem ser sentidas de dentro de seus domínios submarinos. Alí, no silêncio da imensidão azul e cristalina do oceano aberto, o corpo colossal outrora associado a mitológicos mostros marinhos revela os contornos elegantes e os movimentos delicados de um mamífero totalmente adaptado `a vida na imensidão fluida e salgada do planeta.

O fotojornalista Luciano Candisani, da national Geographic Brasil e International League of Conservation Photographers –ILPC passou 8 dias no mar, em setembro de 2009, para documentar a vida das Jubartes no Brasil e os esforços de pesquisa para a conservação da espécie.

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Notícias
6 de julho de 2026

Pantanal brasileiro perdeu cerca de 80% da água superficial em 40 anos, aponta pesquisa

Estudo inédito mostra que o bioma sofreu uma redução de cerca de 80% da água superficial desde 1985, comprometendo a biodiversidade e serviços ecossistêmicos essenciais

Salada Verde
6 de julho de 2026

Pesquisadora especialista em tamanduás morre em acidente aéreo no Pantanal

A alemã Lydia Möcklinghoff se dedicava há mais de 20 anos ao estudo do tamanduá-bandeira no Pantanal. Ela e o piloto morreram com queda de avião em Campo Grande

Análises
6 de julho de 2026

Encontro com os Encantados de Olivença, na Bahia

O que começou como um passeio de bicicleta até Olivença terminou em uma imersão na cultura Tupinambá, entre arte, território, ancestralidade e luta por reconhecimento

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.