Todos anos, entre os meses de junho e outubro, milhares de baleias jubarte nadam ao longo do litoral da Bahia, principalmente ao redor das águas do arquipélago dos Abrolhos. A presença massiva dessas criaturas gigantes – com até 16 metros e 40 toneladas – se revela em aparições tão furtúitas quanto emocionantes: a força da nadadeira caudal exposta antes do mergulho , os borrifos da respiração, partes da cabeça e do corpo. E grandes saltos , o ápice do exibicionismo a associado `a espécie. Mas as reais dimensões de uma jubarte só podem ser sentidas de dentro de seus domínios submarinos. Alí, no silêncio da imensidão azul e cristalina do oceano aberto, o corpo colossal outrora associado a mitológicos mostros marinhos revela os contornos elegantes e os movimentos delicados de um mamífero totalmente adaptado `a vida na imensidão fluida e salgada do planeta.
O fotojornalista Luciano Candisani, da national Geographic Brasil e International League of Conservation Photographers –ILPC passou 8 dias no mar, em setembro de 2009, para documentar a vida das Jubartes no Brasil e os esforços de pesquisa para a conservação da espécie.
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