![]() |
|
Quando as obras sobre o Rio Tâmisa estiverem concluídas e mais de 4.400 painéis fotovoltaicos estiverem instalados, o novo terminal de Blackfriars, em Londres, terá se tornado a maior ponte solar do mundo, capaz de gerar anualmente 900.000 KWh de eletricidade. Isto equivale a 50% de toda a energia consumida pela estação e reduz as emissões de CO2 em 511 toneladas por ano. Além dos painéis solares, a estação também terá outras medidas de conservação de energia, como um sistema de coleta de água da chuva e tubos que conduzem luz natural para iluminar o interior da estação. Foto: Ralph Hodgson/Solar Century
Saiba mais: Geração de energia solar bate recorde na Alemanha Energia solar é mais barata do que se pensa México: água do banho aquecida por painéis solares
*Publicado através da Guardian Environment Network (veja o original). Adaptação do texto: Paulo André Vieira
|
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Mato Grosso ganha roteiro que une ciência, conservação, turismo – e primatas!
Projeto integra turismo científico e conservação da biodiversidade em rota que percorre sete localidades no estado em busca de 15 espécies de macacos →
Estudo mostra a importância de área de conservação para abelhas sem ferrão
Pesquisa aponta a capacidade de adaptação dessas abelhas, que utilizam áreas verdes urbanas, como muros e monumentos, para garantir a reprodução da flora →
Como a proibição da queima da cana em São Paulo impulsionou o desenvolvimento econômico e social
Estudo inédito mostra que regulações ambientais bem desenhadas podem acelerar inovação e empurrar cadeias produtivas para modelos mais eficientes →

