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No dia 06 de janeiro, os banhistas das praias cariocas foram surpreendidos por uma estranha espuma amarelada. Trata-se de um fenômeno comum no verão, segundo o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), que atribui a ocorrência à decomposição de algas. A floração das algas é comum em época de temperatura e insolação elevadas, em um ambiente de mar calmo e rico em nutrientes. Depois da floração, as algas entram em decomposição, e, com a chegada de uma frente fria naquele fim de semana, que agitou o mar, a formação de espuma foi favorecida. A espécie em questão foi a microalga tetraselmis s.p., que não produz toxinas e não representa risco para os banhistas nem para o meio ambiente. |
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