![]() |
|
No dia 06 de janeiro, os banhistas das praias cariocas foram surpreendidos por uma estranha espuma amarelada. Trata-se de um fenômeno comum no verão, segundo o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), que atribui a ocorrência à decomposição de algas. A floração das algas é comum em época de temperatura e insolação elevadas, em um ambiente de mar calmo e rico em nutrientes. Depois da floração, as algas entram em decomposição, e, com a chegada de uma frente fria naquele fim de semana, que agitou o mar, a formação de espuma foi favorecida. A espécie em questão foi a microalga tetraselmis s.p., que não produz toxinas e não representa risco para os banhistas nem para o meio ambiente. |
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Em ato no Pará, Flávio Bolsonaro promete que vai acabar com “entraves ambientais”
O candidato à presidência afirmou caso seja eleito, deixará o proprietário fazer “o que quiser na sua terra” e que proprietário “vai poder fazer o que quiser” →
Açaí manejado: produto da extração vegetal ou cultivo agrícola?
Classificação do açaí como lavoura permanente distorce dados sobre a produção e reduz o reconhecimento do trabalho de comunidades tradicionais →
Bolsonaro abriu caminho para o crime organizado dominar territórios da Amazônia
Estudo realizado em parceria com Ministério da Defesa mostra como medidas do governo Bolsonaro favoreceram criminosos na Amazônia; Lula reverteu a crise com resposta do Estado →


