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Praga do futuro

O Mail & Guardian da África do Sul tem ótima reportagem sobre os riscos de introdução de espécies exóticas em meio ambientes nativos. Nos anos 80, o Quênia, graças à subsídios pesados do governo, começou a plantar uma árvore de origem norte americana, a prosopis, em áreas degradadas. Ela se deu tão bem por lá que começou a se expandir em direção aos remanescentes de mata nativa, tomando-lhe o lugar. Resumo da história, a salvação virou praga e, para combatê-la, o Quênia agora está importando um besouro também americano que come as sementes de prosopis. Tudo indica que daqui há uns 20 anos o país terá uma nova praga para combater.

Redação ((o))eco ·
17 de abril de 2006 · 20 anos atrás

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