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Renegadas do mar

Até cinco anos atrás, elas eram consideradas produtos da imaginação humana. Até que um navio oceanográfico carregado de instrumentos meteorológicos foi colidido por uma na costa da Escócia. Pelos registros, o barco quase naufragou ao ser atingido por onda com mais de 35 metros de altura. Só então, conta reportagem do The New York Times, os cientistas acordaram para o fato que ondas gigantes – massas de água salgada que surgem no meio dos oceanos – não eram uma invenção de marinheiros. E começou-se a estudá-las. Há muito em jogo em torno desse assunto. Desde que a pesquisa sobre as ondas renegadas, como são chamadas, começou, descobriu-se que em média, a cada ano, elas afundam uma dúzia de navios e matam uma centena de pessoas. Ainda não se tem muito claro como elas se formam e tampouco como desaparecem. Mas já se sabe que um dos lugares onde têm maior incidência é próximo ao Golfo Pérsico, principal rota de petroleiros no mundo.

Redação ((o))eco ·
12 de julho de 2006 · 20 anos atrás

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