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Lixo, né?

Oitenta por cento do lixo de Tóquio é queimado em enormes incineradores. Outra parte é reciclada e só uma fração do que é produzido vai parar num aterro sanitário. Mas o governo estima que o local só conseguirá funcionar no ritmo atual pelos próximos 30 anos. Depois disso, não haverá espaço que sirva de destino para o lixo nos limites da cidade: a única alternativa apontada até agora são os parques locais, o que naturalmente causa aflição em muita gente. Como solução para alongar o tempo de vida do aterro, o governo decidiu aumentar o número de materiais que podem ser incinerados. A medida no entanto, causa polêmica. Ambientalistas dizem que a queima emite gases nocivos a atmosfera (contribuindo inclusive para o efeito estufa) e produz cinzas tóxicas que precisam ser armazenadas. Pregam, como solução, menos consumo e mais reciclagem. A notícia saiu no The Wall Street Journal.

Redação ((o))eco ·
27 de agosto de 2007 · 19 anos atrás

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