Notícias

Zonas mortas

O excesso de substâncias como nitrogênio e fósforo estão sufocando muitas regiões oceânicas, a ponto de gerar as chamadas zonas mortas, onde o oxigênio não tem vez. Um novo estudo realizado pela World Resources Institute revelou que esses pontos já somam 169 pelo mundo. No último levantamento feito para identificar essas áreas, em 1994, o número era de 44. A pesquisa indica que de 50 anos para cá, a quantidade de nitrogênio e fósforo triplicou nos mares, e um mapeamento aponta 400 áreas costeiras criticamente ameaçadas. Somente nos Estados Unidos, 78% das águas que beiram o país estão um tanto maltratadas. A notícia está no site Mongabay.

Redação ((o))eco ·
4 de abril de 2008 · 18 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Salada Verde
11 de setembro de 2026

Cerrado registra segundo menor nível de alertas de desmatamento para agosto

Deter aponta 238 km² sob alerta no mês, uma redução de 18,9% em relação ao mesmo período de 2025. Maranhão, Mato Grosso, Tocantins foram os estados com maior número de alertas

Análises
11 de setembro de 2026

Ultrapassado 1,5°C, cada décimo de grau importa ainda mais 

Para limitar essa ultrapassagem, os países precisam agir em conjunto, sobretudo os grandes emissores. Como a mudança do clima é global, ações isoladas têm efeito limitado

Fotografia
11 de setembro de 2026

Muito além das árvores tortas: conheça a diversidade do Cerrado em fotos

Fotografias do Lucas Ninno mostram paisagens, animais, plantas e outros elementos que fazem parte do Cerrado brasileiro. Confira!

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.