Na Outside, longa e muito bem escrita reportagem registra o que mudou desde a década de 80, quando as mulheres começaram de fato a marcar presença no alpinismo americano. Muita coisa. O aprendizado, por exemplo, que antes era feito nas encostas das montanhas, hoje acontece dentro de ginásios. Mudou também a atitude das mulheres. Até pouco tempo, elas tentavam se enturmar em grupos de homens. Hoje, formam o seu próprio, onde homens não entram, mas estão sempre por perto. Como diz o repórter, não há macho de montanha que resista à imagem de uma mulher escalando uma parede de pedra.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
COP17 herda desafios de financiar combate à desertificação
Em 2024, na Arábia Saudita, a COP16 falhou na transformação dos compromissos voluntários em mecanismos práticos e financiados →
SEEG aponta 37 caminhos para reduzir emissões de metano no Brasil
Agropecuária, resíduos, florestas e energia estão entre os setores contemplados por caderno com soluções para reduzir as emissões de metano, gás 28 vezes mais potente que o CO₂ →
ONGs se juntam por novas áreas protegidas marinhas nos mares brasileiros
Proposta de mosaico de unidades de conservação visa proteger faixa de cerca de 1.500 km de montanhas submarinas, entre Ceará e Rio Grande do Norte →

